Os chefs estão presentes em todo o processo do Festival. Desde as palestras iniciais e o acompanhamento com o chef Edson Puiati até a finalização com os festins e aulas shows. Este ano estão previstas novidades e os chefs já estão confirmando sua presença. Veja quem estará conosco:

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Carlos Pitta

Conhecer cada produto que utilizava como ingrediente de uma receita para ele sempre foi uma obrigação. Chegou a ter mais de 200 espécies, entre ervas, especiarias e condimentos em casa, sabendo onde e como utilizar cada um em separado ou em conjunto.
Daí passou a arriscar mais e mais. Convidou amigos pessoais para participarem de confrarias em sua casa, onde preparava diferentes pratos seguindo receitas e também criando algumas. Com esta experiência foi possível criar um book próprio com diversas receitas.
No ano de 2004 especializou na elaboração e confecção de molhos o que o permitiu escrever e publicar seu primeiro livro com o título SO MOLHOS.
Profissionalmente já são vários anos dedicados à culinária tendo o estudo e a pratica culinária como uma constante em sua vida se tornando um cozinheiro e posteriormente titularizado chef de cozinha.
Já participou de inúmeros eventos gastronômicos como fóruns, festivais, encontros e outros mais, tanto em parceria com conceituados chefes como também sendo o chef responsável.
Atualmente trabalha como Personal Cook, criando cardápios personalizados. Estes cardápios atendem a almoços e jantares(entrada, prato principal e sobremesa), petiscos, finger food ou mesmo um cardápio mais completo incluindo café da manhã e lanche.
Também prepara cardápios para pessoas que não dispõem de tempo hábil, deixando a geladeira abastecida. Este cardápio é composto por pratos que atenderão no almoço, no jantar e também petiscos satisfazendo às necessidades do cliente. São aproximadamente 450 clientes cadastrados e mais de 800 eventos realizados.
Em 2010 editou e publicou seu segundo livro: APRENDIZADO DA BOA CULINÁRIA & COZINHA.
Possui atualmente um book contendo mais de 7000 receitas sendo que 1400 são próprias.
Ministra cursos de culinária para grupos fechados de pessoas, amigos e conhecidos entre si, formatados em vários módulos, ou seja, do mais básico ao mais completo (para amadores e profissionais). São mais de 30 turmas, com média de 8 alunos por turma, que já fizeram seus cursos de culinária.
Outra atividade exercida é a de consultor gastronômico com o trabalho focado no planejamento, na organização e na operação, criação de menus, confecção e preparo de pratos diversos que irão compor estes menus, incluindo ficha técnica, instruções de preparo e treinamento de pessoal, específico para restaurantes, bares, bistrôs e outros mais que atuam no ramo. Orientação na montagem das cozinhas, compra de insumos, instalação, fluxogramação, entre outros.
Atualmente tem parceria com as empresas Gomes da Costa, Azeites Carbonell, Brinox, Coza, Banca Santo Antonio, Super Nosso Gourmet entre outras mais.
É o idealizador e responsável pelo projeto gastronômico – BATE PAPO COM SABOR- projeto gastronômico que neste ano, completou em novembro de 2012, 6 anos de existência.
Em 2011, editou e publicou seu terceiro livro. BATE PAPO COM SABOR com 80 saborosas receitas de entradas, finger food, pratos principais e sobremesas.

Cidinha Lamounier

Foi aos pés de um fogão a lenha que a ouropretana Cidinha Lamounier descobriu o mundo da cozinha. Criada em Mariana, cidade vizinha a Ouro Preto, ela foi apresentada à cozinha mineira de
raiz ainda na primeira infância, aos 4 anos de idade, quando frequentava a cozinha da pensão que funcionava ao lado da casa de sua avó.

Com o passar dos anos, o encantamento pela cozinha mineira cresceu e a paixão virou profissão. Cidinha é Chef de cozinha, professora de gastronomia na Faculdade Promove. Fez parte da delegação de chefs que representou o Estado no Madrid Fusion, na Espanha. Em seu currículo, coleciona trabalhos como os realizados com o chef Confeiteiro, Jordi Joca, chef confeiteiro do estrelado Celler Can Rocca, em Girona, Espanha, e várias participações em festivais como Festival Internacional de Gastronomia de Tiradentes, e Brumadinho Gourmet, oportunidade em que ministrou oficinas de lanches rápidos para crianças.

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Danilo Simões

Mestre em Turismo e Meio Ambiente e com especialização em Alimentos e Bebidas em Educação Ambiental, o coordenador do curso Gastronomia do campus Prado (Belo Horizonte – MG), Danilo Simões, tem um currículo extenso. Além de chef, também é formado em biologia e une as duas paixões na hora de cozinhar, tanto que sua dissertação de mestrado foi sobre o potencial gastronômico do cerrado. Na criação da graduação tecnológica em BH, em 2004, Danilo já atuava como professor na instituição. Hoje, o curso é o único reconhecido pelo MEC na cidade e obteve nota máxima no último ENADE (conceito 5): resultado do empenho dos alunos, aliado ao investimento em laboratórios estruturados e um corpo docente composto por especialistas, mestres e doutores.

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Edson Puiati

Nascido em Barbacena descendente italiano, estudou Hotelaria no SenacGrogoto. Nunca saiu da sala de jantar. Atualmente, ele é o Coordenador e Professor do curso de Gastronomia do
Centro Universitário UNA. Hoje é considerado um dos professores brasileiros com mais estudo e conhecimento da área de gastronomia.

Como chef atua em eventos e consultoria por todo o Brasil, realiza programa de Coaching com a gastronomia para altos executivos de empresas, também é reconhecido internacionalmente em Portugal, Alemanha e Espanha por ter feito consultoria e eventos para restaurantes. Foi um dos chefs organizadores da comitiva que representou Minas Gerais no maior evento de gastronomia do mundo o Madrid Fusion edição 2013, É um dos criadores do projeto que instituiu o dia da gastronomia mineira 5 de julho em homenagem a Eduardo Frieiro. Colunista do jornal Estado de Minas no caderno Degusta aos domingos com a coluna Muito Prazer.

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Eduardo Avelar

Da arquitetura, na UFMG, à gastronomia, na Le Cordon Bleu, Eduardo Avelar soma conhecimentos e multiplica resultados entre universos aparentemente distintos

Eduardo Avelar formou-se em Arquitetura pela UFMG, em 1983, e atuou nessa área até 2002, enquanto esteve à frente das empresas Terra Arquitetura e Promoções e Multiaction – especializadas em projetos de arquitetura, design, criação de ambientes, stands e displays, planejamento e produção de grandes eventos.

Desde sempre entusiasta da cozinha, foi membro do Clube Gourmet de Minas Gerias entre 1992 e 1998, ano em que mudou-se para Paris em busca de mais conhecimentos sobre gastronomia. Lá, formou-se chef em Cuisine et Pâtisserie de Base, no instituto Le Cordon Bleu – a mais tradicional e renomada escola de culinária do mundo –, e graduou-se em Cuisine et Pâtisserie Superior no Curso Escoffier, do Hotel Ritz.

Depois de cozinhar em diversos países e trabalhar com grandes chefs franceses, Avelar voltou para o Brasil. Abriu e chefiou restaurantes públicos e privês em Minas Gerais (Belo Horizonte, Ouro Preto e Nova Lima) e no Rio Grande do Norte (Praia da Pipa e Ponta Negra). Utilizando-se de sua expertise em promoção e marketing, idealizou e produziu eventos e festivais de gastronomia nos dois estados. Paralelamente, acumulou experiência em comunicação ao desenvolver colunas, programas de TV e outros produtos de mídia relacionados à gastronomia.

Ao conciliar as técnicas de cozinha internacional com os componentes da mesa brasileira, tornou-se um dos pioneiros do que se chamou de “a moderna cozinha brasileira”. Atualmente, Eduardo Avelar é uma das principais referências da culinária mineira contemporânea. Em parceria com o chef Eduardo Maya (Comida di Buteco) e o produtor cultural Ralph Justino (Festival Internacional de Gastronomia de Tiradentes), fundou a OSCIP “Conspiração Gastronômica”, cujos objetivos são valorizar as raízes da cultura gastronômica mineira, com seus processos produtivos artesanais, e incentivar a evolução da “moderna cozinha mineira”.

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Felipe Augusto Leroy

Atua diante de sua paixão: a cozinha. Reconhecido como chef e considerando-se cozinheiro, para ele, essencial para cozinhar é saber dosar conceito e prática. Formado em ciências contábeis, viu na gastronomia a possibilidade de mudança, de migrar conhecimento e principalmente criar multiplicadores. Trabalhou cerca de sete anos com finanças, desenvolvimento, investigação, elaboração e acompanhamento de projetos para captação de recursos. Depois fez o curso de cozinheiro profissional. Em seguida, foi para a Espanha e cursou a pós-graduação em Gestão de Hotéis e Restaurantes. No ano de 2008 fez Gestão em Eficiência Energética. Hoje vive da culinária, da gastronomia, não necessariamente executando pratos e sim capacitando pessoas. Não cria pratos, dá uma nova roupagem. Os alimentos estão disponíveis para ser bem combinados. Substituições que resultam em uma combinação e em pratos mais elaborados.

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Fernando Loesch

Desenvolveu sua paixão pela cozinha durante temporada em Londres e, por suas receitas criativas e por dar um toque inovador e pessoal em receitas clássicas, é considerado um dos mais talentosos chefs da região. Vencedor da segunda edição do Caxambuteco e segundo e terceiro lugares nos anos consecutivos do mesmo evento, comanda as panelas do Morro Velho Espaço Gourmet desde a abertura da casa, há quatro anos.

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Ilmar de Jesus

O chef mineiro Ilmar de Jesus cursou a faculdade de engenharia civil e iniciou a pós-graduação na Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. Entretanto, apaixonado pela arte da cozinha, Ilmar não finalizou o curso e optou por se dedicar exclusivamente ao Bar e Restaurante “Casa Cheia”, localizado no tradicional Mercado Central, que pertence à família. Para isso, especializou-se por meio de diversos cursos e viagens gastronômicas.
A paixão pela cozinha foi essencial para o chef elaborar receitas que encantam os clientes, compostas pela comida regional, rica em sabores e temperos. Ilmar é referência nacional quando o assunto é comida de boteco, participando de vários festivais gastronômicos pelo Brasil e no exterior. É o responsável pelo bar mais premiado do evento Comida di Buteco. Em 2006, também recebeu na Espanha o prêmio XXXI Trofeo Internacional de Turismo y Hotelaria – Restaurant.

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Joana D’Arc Lacerda

Fazer cozinha brasileira para mim é fazer a comida do interior,que é o meu chão e o da minha família,é contar minha história. De lá vem minha riqueza, meu entendimento e posicionamento no mundo. É o que eu como. É minha raiz. Feijão, farinha e carne seca. Qualquer paladar, depois de alguns dias, facilmente se cansaria dessa combinação. Mas foi a partir dela que a cozinha brasileira começou a evoluir e enriquecer, até chegar aos dias de hoje. A culinária brasileira cresceu, fez com que Chef’s começassem a cozinhar de uma forma diferente, atualizando de novas regras, novos costumes…e quando falo de mudanças, não é só a comida gourmet que dita essa diferenciação. Veja só! Ao gratinar a comida e colocá-la em uma porção individual, ela ganha outra identidade, ao preparar uma comida mineira em sua panela de pedra, ela tem outro sabor, e o mais legal de tudo isso, é de verdade não perder a identidade local, seja ela de onde vier, mineira, nordestina, paulista. e outras tantas.
Com a evolução da gastronomia, a comida brasileira passou a ditar um outro nível social,ao sair de casa para apreciar uma comida que não é usual, você se torna uma pessoa diferenciada.
Diferenciada porque passa a valorizar o que é seu de verdade, a mudança veio com os novos rumos e tendências ,o produto Brasileiro deixou de ser simplesmente a farinha e o torresmo, hoje somos a iguaria brasileira. É por isso que o considerado maior Chef de cozinha do mundo (Ferran Adriá) vem se deliciar do nosso chuchu com camarão, a caipirinha de cachaça, isso sem falar de nossas altezas maiores.< br />
“A Castanha Brasileira, e a Mandioca”

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Omar Barroso Brito

Gastrônomo formado pela Faculdade Estácio de Sá e Allan Ducasse Formation, Rio de Janeiro; Pós Graduado em “Gestão de Qualidade em Gastronomia” Estácio De Sá Belo Horizonte; participante do I Festival de Aromas e Sabores de Itanhandu 2014 e do Festival Boa Mesa Caxambu 2015, Coordenador do Penninha Meat Summit durante o 3º Festival de Gastronomia na Praça, Staff do Curso On Line “A Arte do Churrasco” com Chef Ricardo – Belo Horizonte, Setembro e Outubro de 2015. Membro fundador da “Confraria Amigos da Cozinha”, Belo Horizonte. Idealizador do prato Sadia – “Festival do Frango a Passarinho” para o Restaurante Rancho Mineiro, Belo Horizonte e idealizador do prato para o Concurso Butecar 2016 – Bar e Restaurante Villa Azambuja, Belo Horizonte. Personal Cooker na Academia Barbante de Cerveja e Bier & Wein – Belo Horizonte.

Especialista em Gastronomia Mediterrânea, Italiana e Cozinha Regional Brasileira Tradicional e Contemporânea, Massas Folhadas, “Finger Food”, Comida de Buteco, Churrascos e Charcutaria (embutidos). Personal Cooker.

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Tulio Montenegro

Com ousadia e coragem, Chef Túlio foi do “gourmet” ao “butiquim” e é referência na capital dos barzinhos. Sem modéstia, ele se diz autor da “gourmetização” da comida de boteco em Belo Horizonte. “Porque antes do Chef Túlio, ninguém aqui comia pratos internacionais como tira-gosto, ainda mais em botequim”, afirma.  Neto de italianos, Túlio foi criado na cozinha da avó Anella. “Com 5 anos, eu já enrolava capeletti e subia no banquinho para ver os frangos amarrados cozinhando em uma ‘panelona’”, recorda. Formado em Comunicação Social, aos vinte e poucos anos abriu seu primeiro bar na capital, mas decidiu vender e tentar a vida fora do país. Mudou-se para os Estados Unidos, onde começou a “trabalhar com comida”. A culinária foi um ramo tão certeiro, que ele passou por cozinhas do mundo todo sem sair daquele país. Foram 15 anos, 8 estados e 12 etnias. Foi chef de cozinha, mordomo de gente rica, caseiro, cozinheiro, lavador de pratos. De tudo, um pouco. A estratégia era passar por restaurantes que serviam comidas internacionais e ficar de olho na cozinha. Mesmo que, para aprender “as manhas”, fosse preciso catar do lixo os rótulos, latas e garrafas de produtos para descobrir até mesmo o ingrediente usado nas receitas. “Eu pegava no lixo os nomes dos ingredientes e depois tentava repetir as receitas em casa. E dava certo”, conta.

De volta ao Brasil, arriscou as economias em um negócio gourmet. Abriu uma casa “muito chique demais da conta”, como definiu. Apesar da linha sofisticada, com um cardápio internacional, não teve muito sucesso. “Fiquei lá oito meses, perdi 38 mil dólares e não consegui deslanchar a casa”, lamenta. Com o tempo, o chef percebeu que precisava de um meio termo para conquistar clientes e manter a sofisticação. Foi quando sua esposa, Maria do Carmo, teve a ideia de transformar grandes pratos internacionais em comida de boteco. E assim nasceu o “Chef Túlio Internacional Butiquim”.

Curiosidade: o brinco

Conhecido pelo “chef que usa um brinquinho”, a fama se tornou marca do estabelecimento. Uma argola com um garfo, uma faca e uma colher pendurados estão por toda parte no bar. Seja em esculturas, desenhado na parede ou em produtos como seus exclusivos molhos de pimenta. A moda foi lançada por Túlio, “bem antes da Débora Falabella”. “Minha esposa achou um par desses brincos no chão, em Charlottesville, na Virgínia, quando ainda morávamos nos Estados Unidos. Nunca mais eu tirei”, conta, sorrindo.

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Peninha

Ricardo Penna, o Chef Penninha, é estudiodo de culinária desde a adolescência e do processamento de carnes desde 1988. Quando cursou Engenharia de Alimentos na Universidade Federal de Viçosa.
Instrutor do SENAC e dos cursos ligados à cranes, n extinto BHTAL – Programa de Capacitação de Bares, Restaurantes e Lanchonetes de Belo Horizonte (PBH-SINDHORB – SEBRAE/MG), Penninha é consultor contratado para implementação, desenfolfimento e incrementação de cardápios em mais de 300 empresas, implementou churrascarias e restaurantes de rodízios na América do Sul e nos USA e, nos últimos 8 anos, foi orientador de cursos e palestras para mais de 13 mil alunos, além de participar de programas, seminários e encontros ligados à culinária, especificamente, à carne.

Com mais de 15 anos de carreira gastronômica, possui dois livros publicados, “Alquimia do Churrasco” e “Transformando Carnes de Segunda em Carnes Nobres”, 3 DVD’s com manuais sobre  alimentação e processamento de carne. Em seus livros, repassa para o leitor dicas, receitas e conhecimentos adquiridos através dos anos de estudo e experiência.

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Rodrigo Machado

Filho de Caxambu onde teve sua primeira aula de cozinha na escola polivalente, é  Chef Executivo na Empresa e Buffet Das Gerais, desde 2004. Atua como consultor SENAC e ministra aulas semanais em cursos de graduação em gastronomia e cursos técnicos em cozinha, nutrição e confeitaria, atendendo mais de 300 alunos. Participação em quadros especiais da Rede Globo e outros canais de comunicação, incluindo o Chef responde Montana Carnes.

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